A vida nas colônias

Vida fora das colônias

Em 1976, aos 37 anos, Bacurau viu a possibilidade de viver, definitivamente, fora das colônias e lutar por sua vida em sociedade com respeito e dignidade. Nessa época, houve uma mudança na política de controle da hanseníase no Brasil, incentivando o tratamento domiciliar. “Eu vi que eu tinha um amparo legal para sair do meu cárcere e viver em liberdade”. E, apesar do preconceito ainda ser grande, as pessoas eram bem mais tolerantes do que na época de sua infância e adolescência.

Na Souza Araújo, conheceu Tereza Prudêncio e propôs a ela que morassem juntos. Seguiram para a nova moradia no conjunto Castelo Branco, em Rio Branco. A casa ficava numa espécie de várzea, um local precário e afastado do centro. Mas, a vida para eles recomeçava no dia 20 de janeiro de 1977.

Mascara Foto do Bacarau

“(...) -Liberdade, liberdade. 
Cabeça erguida, voz, identidade;

Valeu a pena fazer a hora, 
Colher o medo o doce fruto da coragem; 
Valeu a pena escrever História 
Com mãos podadas e abrir passagem

-Liberdade, liberdade. 
Cabeça erguida, voz, identidade.”

Trecho da música “Valeu a Pena”, de Bacurau. Música feita para homenagear os 10 anos do Morhan.
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A Origem

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Vida nas Colônias

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Engajamento e Militância

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A partida

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